segunda-feira, 5 de julho de 2010

Mais jogos.

A arte de ignorar. É praticada com frequência pela minha pessoa por muitos. É agradável, sem dúvida. Não é preciso se mover, nem é preciso reclamar. Apenas ignorar, e aguardar uma atitude sensata do outro. A maioria dos seres humanos não suporta indiferença e muito menos o descaso. Falta de carinho incomoda, alguns se lamentam por isso. E ninguém gosta de ficar próximo de quem finge não ver.
Não estou falando de cegueira, longe disso. Mas convenhamos que ser tratado como qualquer um leia-se ser ignorado, é algo que nos faz pensar. Pensar e tomar a atitude sensata que eu disse lá em cima. Se você não sabe jogar, é verídico que vai perder. Não há como contar com a sorte nesse nível. A única coisa a se fazer, é dar um fim no jogo, antes que se canse demais e acabe consigo mesmo. Game over. 
Mas, dar esse fim pode ser um fardo pesado demais para carregar. Cuidado com as palavras é importante. Minta, esconda alguns fatos se quiser. Apenas esteja preparado caso o outro consiga ouvir além de suas palavras e encontrar seus segredos imersos em seus olhos. E é aí que mora o perigo.
Se você me expulsa da sua vida, quer dizer que não sou bem vinda. E também quer dizer que jamais voltarei para o mesmo posto que outrora tive. Não por decisão sua, por decisão minha. Eu prefiro não desligar os aparelhos, mas caso for preciso, eu o farei, pois sei o que faço. E se por acaso eu me arrepender, não há problema. Logo mais, verei que foi o melhor a se fazer. O orgulho que bate no peito de pessoas como eu, não é passado pra trás por nada. E nem por ninguém 

3 comentários:

Guilherme disse...

Você é assim desde que te conheço. Perfeita!

Sirius disse...

/\ quer te pegar. Somos dois. MAS, falando do texto: é assim que muitas pessoas deviam pensar. Se é ignorada, é porque já não é lá tão importante. Quem ignora tem dó de descartar, e por isso espera uma atitude da outra pessoa. Você não sai por cima só porque pôs um fim na relação (de amor ou de amizade). Aprendam, porra.

Sirius disse...

E o orgulho grita mesmo, hein nega!